Não vejo lógica na proibição da maconha. Sabe-se que os males causados ao organismo, provenientes da planta, são praticamente os mesmos causados pelo uso do tabaco: doenças respiratórias, risco de câncer de pulmão, dependência química, etc. Já os males causados ao cérebro, como perda de memória e desequilíbrio emocional, são os mesmos causados pelo uso contínuo do álcool. Com uma grande ressalva: segundo pesquisas, a maconha é uma droga que provoca dependência, entretanto, menos que o tabaco ou o álcool. Então porque legalizar o consumo dessas drogas e proibir o uso da maconha?
Eu diria que as razões se encontram na própria sociedade. Vou explicar. Quando seu uso era permitido, a maconha era vista com maus olhos. No Brasil, era tida como “coisa de negro”, já que muitos escravos se utilizavam da planta em rituais, ou para fins medicinais. Na Europa, a planta era associada aos imigrantes Árabes. Nos Estados Unidos, a droga era muito usada por mexicanos. Ou seja, fumar maconha era coisa das classes marginalizadas, e seu uso era visto com antipatia pela classe média branca. Já o tabaco e o álcool, sempre foram consumidos pela elite e considerados permitidos, chegando a ser até sinal de status.
Com a maconha proibida, seus usuários foram obrigados a consumi-la por debaixo dos panos. E foi então que surgiu o narcotráfico, um dos maiores problemas do mundo atual, diga-se de passagem. Ao comprar a planta das mãos de um traficante, estamos colocando dinheiro não só na mão do narcotráfico, mas influenciando o crime e a violência, haja visto que quem comanda esse mercado são pessoas diretamente ligadas com o crime. Outro problema em torno da proibição se encaixa perfeitamente no ditado “Tudo que é proibido é mais gostoso”, o que faz muitas pessoas procurarem a droga por pura curiosidade.
Se legalizada, a maconha seria vendida em farmácias, ou até mesmo lojas de conveniência, tal qual o tabaco. Surgiriam “marcas” de maconha, o que geraria impostos, beneficiando o dono do estabelecimento, o fabricante, o governo, e consequentemente, toda a sociedade, uma vez que os impostos são convertidos em benefícios para a população. Sem contar que, a proibição atenta contra a liberdade de consumir. Cada um é responsável por seus atos, e faz e consome o que bem achar melhor para si. Na minha opinião, se o uso da maconha for legalizado, isso não implicará em um maior consumo, pois temos liberdade de escolha, e só consome quem quer, à exemplo do tabaco e do álcool.
Não sou usuária, e não estou querendo fazer apologia. É apenas uma opinião.
Fica a reflexão.
Até a próxima.
sexta-feira, 13 de março de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Resolvi postar sobre um assunto que, de tão estranho, parece brincadeira ou roteiro desses filmes sobre o futuro, onde carros voam e as pessoas têm visão raio laser. (Exagerei, eu sei, mas é que eu não suporto filme assim... mas isso não tem nada a vê com o assunto do blog, diga-se de passagem. Então, pulemos essa introdução confusa e nada a vê que eu acabo de fazer.)
Li uma reportagem na revista Galileu deste mês, e me vi bem surpresa com alguns avanços da medicina. Segundo a matéria, hoje, já é possível selecionar embriões para evitar doenças genéticas e outras anomalias. Vou explicar: a matéria conta diversas histórias de bebês que tinham predisposição a desenvolver algum tipo de doença grave, que são transmitidas através da genética familiar. Uma dessas histórias é a de um casal que optou pela fertilização in vitro com o objetivo de selecionar um embrião que não contivesse a mutação do gene que favorece o câncer de mama. Isso porque o rapaz tinha na família toda uma predisposição para a doença. A mãe, a avó, a irmã e até uma prima tinham a doença. E a chance da primeira filha do casal nascer com predisposição e desenvolver a doença seria de 75%.
É por essas e outras que eu acho a medicina fantástica. Salvar a vida de uma pessoa antes mesmo de seu nascimento é dar a ela uma segunda chance sem ela sequer ter tido a primeira.
Continuando com a matéria, através dessa técnica é possível identificar anomalias cromossômicas como a que causa a síndrome de Down, entre outras centenas de enfermidades, que em sua maioria são doenças raras, graves e que podem ser fatais ou debilitadoras. Ainda de acordo com a matéria, cerca de 2 mil nascimentos bem-sucedidos já foram realizados com essa técnica no mundo.
Até aí, tudo lindo né? Se não fosse pelo resto da reportagem. Pois é, esse lado bonito, de salvar vidas e tal é apenas o começo das possibilidades abertas pelas novas técnicas de reprodução assistida: “Em alguns anos acredita-se que os pais também terão a chance de decidir, por exemplo, a altura, a cor dos olhos e as linhas do nariz de seus filhos. [...] Cientistas projetam que até características como inteligência, preferência sexual e habilidades musicais poderão ser selecionadas em laboratório.”
Fiquei indignada com isso. Perplexa com tamanha futilidade vinda dos seres humanos. Olha, eu acho o máximo modificar os genes quando se trata de cura para doenças, enfim, quando é uma coisa em prol da vida. Mas para escolher se seu filho vai ter olho azul ou castanho, ou se ele vai preferir matemática ou a carreira de pianista, pra mim é demais. Então, eu, extremamente revoltada, fui comentar esse assunto com meu avô, que é médico e tal. Queria ver o que ele achava disso tudo. E me surpreendi.
Quando eu comecei a esculhambar e falar que isso era ridículo, ele me interrompeu e disse:
- Acho que você está sendo muito conservadora, Larissa.
( Nossa! Meu avô me chamando de conservadora. Pensei comigo mesma "é o fim dos tempos!” )
O fato é que ele não se colocou totalmente a favor, ele estava mais pra indiferente. Ele disse que a genética é uma ciência muito recente e que ainda há muito que se descobrir, muito o que modificar, e que eu não me assustasse tanto.
Pode até ser, mas não fui convencida. Ainda não. Mas, quem sou eu né? Hahaha.
Até a próxima!
Li uma reportagem na revista Galileu deste mês, e me vi bem surpresa com alguns avanços da medicina. Segundo a matéria, hoje, já é possível selecionar embriões para evitar doenças genéticas e outras anomalias. Vou explicar: a matéria conta diversas histórias de bebês que tinham predisposição a desenvolver algum tipo de doença grave, que são transmitidas através da genética familiar. Uma dessas histórias é a de um casal que optou pela fertilização in vitro com o objetivo de selecionar um embrião que não contivesse a mutação do gene que favorece o câncer de mama. Isso porque o rapaz tinha na família toda uma predisposição para a doença. A mãe, a avó, a irmã e até uma prima tinham a doença. E a chance da primeira filha do casal nascer com predisposição e desenvolver a doença seria de 75%.
É por essas e outras que eu acho a medicina fantástica. Salvar a vida de uma pessoa antes mesmo de seu nascimento é dar a ela uma segunda chance sem ela sequer ter tido a primeira.
Continuando com a matéria, através dessa técnica é possível identificar anomalias cromossômicas como a que causa a síndrome de Down, entre outras centenas de enfermidades, que em sua maioria são doenças raras, graves e que podem ser fatais ou debilitadoras. Ainda de acordo com a matéria, cerca de 2 mil nascimentos bem-sucedidos já foram realizados com essa técnica no mundo.
Até aí, tudo lindo né? Se não fosse pelo resto da reportagem. Pois é, esse lado bonito, de salvar vidas e tal é apenas o começo das possibilidades abertas pelas novas técnicas de reprodução assistida: “Em alguns anos acredita-se que os pais também terão a chance de decidir, por exemplo, a altura, a cor dos olhos e as linhas do nariz de seus filhos. [...] Cientistas projetam que até características como inteligência, preferência sexual e habilidades musicais poderão ser selecionadas em laboratório.”
Fiquei indignada com isso. Perplexa com tamanha futilidade vinda dos seres humanos. Olha, eu acho o máximo modificar os genes quando se trata de cura para doenças, enfim, quando é uma coisa em prol da vida. Mas para escolher se seu filho vai ter olho azul ou castanho, ou se ele vai preferir matemática ou a carreira de pianista, pra mim é demais. Então, eu, extremamente revoltada, fui comentar esse assunto com meu avô, que é médico e tal. Queria ver o que ele achava disso tudo. E me surpreendi.
Quando eu comecei a esculhambar e falar que isso era ridículo, ele me interrompeu e disse:
- Acho que você está sendo muito conservadora, Larissa.
( Nossa! Meu avô me chamando de conservadora. Pensei comigo mesma "é o fim dos tempos!” )
O fato é que ele não se colocou totalmente a favor, ele estava mais pra indiferente. Ele disse que a genética é uma ciência muito recente e que ainda há muito que se descobrir, muito o que modificar, e que eu não me assustasse tanto.
Pode até ser, mas não fui convencida. Ainda não. Mas, quem sou eu né? Hahaha.
Até a próxima!
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Domingo, 11 de Janeiro de 2009. Nesta noite foi transmitido o 66º Globo de Ouro, em Beverlly Hills, Los Angeles.
Eu estava esperando por esse dia já faz um tempo. Motivo? Vários, mas principalmente a indicação de Heath Ledger para melhor ator coadjuvante por seu Coringa de "O Cavaleiro das Trevas", (The. Dark Knight'). Para quem não sabe, Heath Leadger morreu em janeiro de 2008, após uma overdose acidental de medicamentos. E pra quem não sabe também, eu era/sou bem xumbeta dele.
22 horas, na hora marcada, lá estava eu prontinha pra assistir. Acomodei-me na cama e mal podia esperar pra vê quem seriam os vencedores da noite. Era a primeira vez que eu iria acompanhar a transmissão ao vivo. ( Peraí, ela disse era? E não foi? Como assim? )
Pois é companheiros, estava eu linda e loira assistindo aos primeiros premiados da noite quando de repente, falta energia. No começo pensei que era apenas uma queda básica, e que logo eu voltaria a ver o espetáculo. Ô COITADA!
Eu estava enganada, redondamente enganada. A energia demorou 3 HORAS pra voltar, o suficiente pra fazer com que eu perdesse toda a cerimônia. Isso é muito azar, e é o tipo de coisa que acontece comigo frequentemente. Ó céus.
Quando a energia voltou, tentei, em vão, ligar a TV pra vê se pegava uma parte do fim, mas não teve jeito. Então recorri a velha (?) e boa internet, e a primeira coisa que eu vi ao abrir a página principal ( que aqui é a UOL) foi "Heath Ledger ganha Globo de Ouro Póstumo".
Nossa, que felicidade! Tudo bem que eu sou suspeita pra falar, mas o prêmio foi totalmente merecido. E não falo isso porque ele morreu não. Pago 20 reais ( sim, 20 reais, pois sou pobre e canguinha) pra quem conseguir enxergar Heath Ledger por trás do Coringa. Eu mesma só sabia que era ele porque disseram, porque jamais adivinharia. Quando isso acontece, percebemos quão bom é um ator. Voltando ao prêmio, vejam esse trecho que eu tirei da globo.com:
"Tanto no Globo de Ouro quanto no Oscar, prêmios póstumos são uma raridade. Na história, apenas um ator ganhou uma estatueta após sua morte, Peter Finch, por 'Network', em 1976.
Durante sua vida, Heath Ledger nunca ganhou um Globo de Ouro nem um Oscar, apesar de ter sido indicado em 2005 por seu papel em ‘O segredo de Brokeback Mountain’.
A conquista do Globo de Ouro deixa Ledger mais próximo de uma indicação ao Oscar por sua atuação em "Cavaleiro das trevas". A lista dos indicados à premiação da Academia será divulgada no dia 22 de janeiro, data em que a morte do ator completa um ano."
Sentiram a importância? Então só me resta esperar pela noite de 22 de fevereiro, e assistir ao Oscar, se, claro, a CEAL me permitir, né?
Até a próxima.
Vídeo da premiação de Heath Ledger no Globo de Ouro: http://www.youtube.com/watch?v=ar1qWdpU49g
.
Eu estava esperando por esse dia já faz um tempo. Motivo? Vários, mas principalmente a indicação de Heath Ledger para melhor ator coadjuvante por seu Coringa de "O Cavaleiro das Trevas", (The. Dark Knight'). Para quem não sabe, Heath Leadger morreu em janeiro de 2008, após uma overdose acidental de medicamentos. E pra quem não sabe também, eu era/sou bem xumbeta dele.
22 horas, na hora marcada, lá estava eu prontinha pra assistir. Acomodei-me na cama e mal podia esperar pra vê quem seriam os vencedores da noite. Era a primeira vez que eu iria acompanhar a transmissão ao vivo. ( Peraí, ela disse era? E não foi? Como assim? )
Pois é companheiros, estava eu linda e loira assistindo aos primeiros premiados da noite quando de repente, falta energia. No começo pensei que era apenas uma queda básica, e que logo eu voltaria a ver o espetáculo. Ô COITADA!
Eu estava enganada, redondamente enganada. A energia demorou 3 HORAS pra voltar, o suficiente pra fazer com que eu perdesse toda a cerimônia. Isso é muito azar, e é o tipo de coisa que acontece comigo frequentemente. Ó céus.
Quando a energia voltou, tentei, em vão, ligar a TV pra vê se pegava uma parte do fim, mas não teve jeito. Então recorri a velha (?) e boa internet, e a primeira coisa que eu vi ao abrir a página principal ( que aqui é a UOL) foi "Heath Ledger ganha Globo de Ouro Póstumo".
Nossa, que felicidade! Tudo bem que eu sou suspeita pra falar, mas o prêmio foi totalmente merecido. E não falo isso porque ele morreu não. Pago 20 reais ( sim, 20 reais, pois sou pobre e canguinha) pra quem conseguir enxergar Heath Ledger por trás do Coringa. Eu mesma só sabia que era ele porque disseram, porque jamais adivinharia. Quando isso acontece, percebemos quão bom é um ator. Voltando ao prêmio, vejam esse trecho que eu tirei da globo.com:
"Tanto no Globo de Ouro quanto no Oscar, prêmios póstumos são uma raridade. Na história, apenas um ator ganhou uma estatueta após sua morte, Peter Finch, por 'Network', em 1976.
Durante sua vida, Heath Ledger nunca ganhou um Globo de Ouro nem um Oscar, apesar de ter sido indicado em 2005 por seu papel em ‘O segredo de Brokeback Mountain’.
A conquista do Globo de Ouro deixa Ledger mais próximo de uma indicação ao Oscar por sua atuação em "Cavaleiro das trevas". A lista dos indicados à premiação da Academia será divulgada no dia 22 de janeiro, data em que a morte do ator completa um ano."
Sentiram a importância? Então só me resta esperar pela noite de 22 de fevereiro, e assistir ao Oscar, se, claro, a CEAL me permitir, né?
Até a próxima.
Vídeo da premiação de Heath Ledger no Globo de Ouro: http://www.youtube.com/watch?v=ar1qWdpU49g
.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Olhe, eu sou uma pessoa revoltada com aqueles que eu chamo carinhosamente de “Maníacos do elevador”. Sim, aquelas pessoas que apertam os botões compulsivamente, achando que isso faz o elevador vir mais rápido, ou então acham que o elevador é burrinho coitado, há tempos não recebe uma manutenção e tal , e não captou a mensagem de que você já o chamou antes.
Vou explicar. Primeiro, imagine a seguinte situação:
Lá está você, lindo e loiro chegando no prédio em que mora. Se aproxima do elevador, e o que você faz? Você aperta o botão e espera o elevador, não é verdade? Sim, sim, é verdade.
Aí você continua lá, lindo e loiro novamente, e de repente chega outra pessoa, provavelmente um vizinho, que também vai subir. E o que ele faz? Ele parece não compreender que a luz acesa próxima ao botão indica que alguém, provavelmente você que está lá parado com cara de bobinho, já o apertou, e que, portanto, o elevador já está descendo. Maaaaaaaaas, o que ele faz? Ele aperta o botão novamente. ( Sim, na cabeça do ilustre maníaco, agora o elevador vai vir duas vezes mais rápido, já que o botão fora pressionado duas vezes, não é verdade colega? Aham..)
Porém o elevador estava no último andar, e está demorando pra chegar. E o que o sujeito faz? APERTA NOVAMENTE! ( Sim, sim, agora o elevador vai vir 3 vezes mais rápido, aperta mais uma vez, quem sabe um dia você consegue não é mesmo companheiro? )
Aí o elevador chega. E você agradece muito pelo fim daquela cena deplorável, certo? Errado. Vocês entram no elevador. Você aperta seu botãozinho e ele, o dele. Aí ele aperta o botão de fechar a porta. E a porta não fecha. Aí ele aperta de novo. E nada. Aí ele fica apertando, até a porta, por vontade dela mesma, diga-se de passagem, resolver fechar.
Nossa, se você se enquadra nessa situação, e eu tenho que te dizer que eu te odeio, meu camarada! Não entendo o que se passa na cabeça de uma pessoa assim. Se você tá com pressa, eu compreendo, mais o elevador não vem mais rápido se você ficar apertando compulsivamente o botão. Te juro que isso é verdade, ok? O máximo que você vai conseguir é quebrar o pobre elevador.
Observem a pertinência dessas informações! Ou não. “12 Coisas que você não sabia sobre elevadores, e que agora que você sabe não fazem a menor diferença” :
1)O botão utilizado para fechar a porta do elevador na verdade (pelo menos na maioria dos elevadores novos), não faz nada. Ele existe somente para dar ao usuário uma sensação de controle. Esses botões normalmente são ativados somente em situações de emergência; ( Então, pare de apertar essa droga de botão, ora merda! )
5)A maioria das pessoas que morrem em elevadores, são justamente técnicos em elevadores (!!);
8)Antes da invenção dos botões de controle, os elevadores requeriam duas pessoas para sua operação; ( Coitada dessas duas pessoas. Se com os botões as pessoas agem assim, avalio o quanto elas não eram chacoalhadas, pobres.)
11)O fato de se pular dentro de um elevador exatamente no momento de um impacto para evitar a sua consequência é apenas um mito, já que você nunca saberia a hora exata de pular; ( Sempre achei que conseguiria sobreviver dando o pulinho na hora certa, ok? Hahaha)
Não coloquei todas porque era muito grande. Mas, você não tem o que fazer, e quer ver as 12? http://www.tiosolid.com/12-coisas-que-voce-no-sabia-sobre-elevadores/
Não me chamem de anta, adoro escrever sobre coisas inúteis.
Até a próxima!
Vou explicar. Primeiro, imagine a seguinte situação:
Lá está você, lindo e loiro chegando no prédio em que mora. Se aproxima do elevador, e o que você faz? Você aperta o botão e espera o elevador, não é verdade? Sim, sim, é verdade.
Aí você continua lá, lindo e loiro novamente, e de repente chega outra pessoa, provavelmente um vizinho, que também vai subir. E o que ele faz? Ele parece não compreender que a luz acesa próxima ao botão indica que alguém, provavelmente você que está lá parado com cara de bobinho, já o apertou, e que, portanto, o elevador já está descendo. Maaaaaaaaas, o que ele faz? Ele aperta o botão novamente. ( Sim, na cabeça do ilustre maníaco, agora o elevador vai vir duas vezes mais rápido, já que o botão fora pressionado duas vezes, não é verdade colega? Aham..)
Porém o elevador estava no último andar, e está demorando pra chegar. E o que o sujeito faz? APERTA NOVAMENTE! ( Sim, sim, agora o elevador vai vir 3 vezes mais rápido, aperta mais uma vez, quem sabe um dia você consegue não é mesmo companheiro? )
Aí o elevador chega. E você agradece muito pelo fim daquela cena deplorável, certo? Errado. Vocês entram no elevador. Você aperta seu botãozinho e ele, o dele. Aí ele aperta o botão de fechar a porta. E a porta não fecha. Aí ele aperta de novo. E nada. Aí ele fica apertando, até a porta, por vontade dela mesma, diga-se de passagem, resolver fechar.
Nossa, se você se enquadra nessa situação, e eu tenho que te dizer que eu te odeio, meu camarada! Não entendo o que se passa na cabeça de uma pessoa assim. Se você tá com pressa, eu compreendo, mais o elevador não vem mais rápido se você ficar apertando compulsivamente o botão. Te juro que isso é verdade, ok? O máximo que você vai conseguir é quebrar o pobre elevador.
Observem a pertinência dessas informações! Ou não. “12 Coisas que você não sabia sobre elevadores, e que agora que você sabe não fazem a menor diferença” :
1)O botão utilizado para fechar a porta do elevador na verdade (pelo menos na maioria dos elevadores novos), não faz nada. Ele existe somente para dar ao usuário uma sensação de controle. Esses botões normalmente são ativados somente em situações de emergência; ( Então, pare de apertar essa droga de botão, ora merda! )
5)A maioria das pessoas que morrem em elevadores, são justamente técnicos em elevadores (!!);
8)Antes da invenção dos botões de controle, os elevadores requeriam duas pessoas para sua operação; ( Coitada dessas duas pessoas. Se com os botões as pessoas agem assim, avalio o quanto elas não eram chacoalhadas, pobres.)
11)O fato de se pular dentro de um elevador exatamente no momento de um impacto para evitar a sua consequência é apenas um mito, já que você nunca saberia a hora exata de pular; ( Sempre achei que conseguiria sobreviver dando o pulinho na hora certa, ok? Hahaha)
Não coloquei todas porque era muito grande. Mas, você não tem o que fazer, e quer ver as 12? http://www.tiosolid.com/12-coisas-que-voce-no-sabia-sobre-elevadores/
Não me chamem de anta, adoro escrever sobre coisas inúteis.
Até a próxima!
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Já assistiram o filme P.S I love you?
Pois é. Eu tentei me segurar pra não vir aqui falar desse filme, mas juro que não consegui.
E devo confessar que isso nunca aconteceu comigo, de ficar assim completamente apaixonada por um filme. Enfim, vai entender né..
O filme conta a história de Holly Kennedy (Hilary Swank), uma jovem que casou-se com o homem de sua vida, o divertido e apaixonado Gerry (Gerard Butler). Mas ele fica doente e morre, deixando Holly em estado de choque. Antes de falecer, Gerry deixa para a esposa uma série de cartas, que chegarão das mais diversas formas, após o seu falecimento. Mensagens que surgem de forma surpreendente, sempre assinadas da mesma forma: "P.S. I Love You".
E o incrível é que eu tive duas reações após assistir o filme. A primeira foi tipo, " Esse filme é a idealização de um amor que não existe, de tão perfeitinho que é. O cara, além de ser o Gerard Butler (que dispensa qualquer comentário),é bonito, músico, engraçadíssimo, fiel e extremamente apaixonado. Isso não existe!" Notem que eu estava revoltada. Beeem revoltada.
Foi então que eu decidi baixar o filme e assistir de novo, com outros olhos e tal. E foi aí que eu me apaixonei pelo filme. É uma lição de vida pra muita gente. As pessoas vivem fazendo planos sobre o que fazer da vida, esperando que alguma coisa bem louca e extraordinária aconteça e mude tudo, e que faça a vida "fazer sentido". Confesso que já fiz isso muitas vezes..
E é isso que eu aprendi com esse filme. As vezes a gente deixa de aproveitar o presente, as coisas que nos são dadas agora, achando que isso não faz sentido nenhum, ou que o melhor da nossa vida ainda está por vir. A vida nos prega peças, e o destino surpreende. Aproveitemos mais o hoje. Ninguém sabe quando isso acaba.
Falo isso porque a Holly (Hilary Swank), mesmo casada com o cara que ela amava, vivia reclamando da vida, achando que a vida só faria sentido se ela tivesse um apartamento maior, e um emprego que ela gostasse. Quando Gerry morre, ela percebe que nada disso faria sentido, pois ele já não estava mais com ela. Ela tinha vivido o melhor da vida dela sem saber, porque estava sempre esperando por alguma coisa. Pensem nisso.
Quem não assistiu ainda, vale a pena assistir. Até a próxima!
Pois é. Eu tentei me segurar pra não vir aqui falar desse filme, mas juro que não consegui.
E devo confessar que isso nunca aconteceu comigo, de ficar assim completamente apaixonada por um filme. Enfim, vai entender né..
O filme conta a história de Holly Kennedy (Hilary Swank), uma jovem que casou-se com o homem de sua vida, o divertido e apaixonado Gerry (Gerard Butler). Mas ele fica doente e morre, deixando Holly em estado de choque. Antes de falecer, Gerry deixa para a esposa uma série de cartas, que chegarão das mais diversas formas, após o seu falecimento. Mensagens que surgem de forma surpreendente, sempre assinadas da mesma forma: "P.S. I Love You".
E o incrível é que eu tive duas reações após assistir o filme. A primeira foi tipo, " Esse filme é a idealização de um amor que não existe, de tão perfeitinho que é. O cara, além de ser o Gerard Butler (que dispensa qualquer comentário),é bonito, músico, engraçadíssimo, fiel e extremamente apaixonado. Isso não existe!" Notem que eu estava revoltada. Beeem revoltada.
Foi então que eu decidi baixar o filme e assistir de novo, com outros olhos e tal. E foi aí que eu me apaixonei pelo filme. É uma lição de vida pra muita gente. As pessoas vivem fazendo planos sobre o que fazer da vida, esperando que alguma coisa bem louca e extraordinária aconteça e mude tudo, e que faça a vida "fazer sentido". Confesso que já fiz isso muitas vezes..
E é isso que eu aprendi com esse filme. As vezes a gente deixa de aproveitar o presente, as coisas que nos são dadas agora, achando que isso não faz sentido nenhum, ou que o melhor da nossa vida ainda está por vir. A vida nos prega peças, e o destino surpreende. Aproveitemos mais o hoje. Ninguém sabe quando isso acaba.
Falo isso porque a Holly (Hilary Swank), mesmo casada com o cara que ela amava, vivia reclamando da vida, achando que a vida só faria sentido se ela tivesse um apartamento maior, e um emprego que ela gostasse. Quando Gerry morre, ela percebe que nada disso faria sentido, pois ele já não estava mais com ela. Ela tinha vivido o melhor da vida dela sem saber, porque estava sempre esperando por alguma coisa. Pensem nisso.
Quem não assistiu ainda, vale a pena assistir. Até a próxima!
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Resolvi postar sobre uma coisa que muito me intriga: Déjà vu. Isso mesmo, Déjà vu, aquela sensação de já ter visto aquela cena em algum lugar. Eu pelo menos já tive vários déjà vus e ainda continuo tendo. E sei que muitas pessoas também já passaram por essa experiência. Por isso vim aqui, tentar esclarecer esse mistério do nosso cérebro. Ou não.
A sensação é estranhíssima né? A gente vê aquela cena, e J-U-R-A que já viu antes. Jura até que consegue prever aquilo. Não sei se isso acontece com vocês, mas sempre que eu tento prever o que vai acontecer, nunca dá certo e a sensação some. Mas, como assim? Eu já vi essa cena antes, ou já sonhei com ela, tenho C-E-R-T-E-Z-A, certo? ERRADO. Você nunca viu aquilo na vida, meu caro. Infelizmente tenho que te dizer isso. Você não sonhou, nem é vidente, ok? Vamos às explicações teóricas que eu andei lendo na revista Super Interessante de Abril deste ano.
Uma corrente defende que os déjà vus ocorrem porque as mentes acessam lembranças na mesma fração de segundo em que elas são gravadas. E isso causa uma ilusão perene: o presente fica parecendo uma memória. Outra tese defende que ter um déjà vu significa acessar memórias nunca antes registradas pela consciência, como por exemplo, coisas que você olhou mas não prestou atenção, aí quando você olha e “vê” tem a sensação de déjà vu.
Porém a mais recente das teorias diz outra coisa. Segundo o geneticista americano Sussumu Tonegawa, o déjà vu ocorre num minúsculo lugar do lobo temporal chamado giro dentado:
“ Imagine que você está num aeroporto. Os guichês, os painéis, as escadas rolantes... Tudo é parecido com o que tem em qualquer aeroporto. Aí se o seu giro dentado der um tilt por um segundo, você perde a capacidade de discernir aquele aeroporto dos outros. Sente que já esteve lá. Tem um déjà vu.” ( Revista Super interessante Abril 2008; pág 79)
Segundo a revista, o déjà vu ocorre com mais freqüência entre pessoas jovens, porque os mais novos tem uma vida menos rotineira. O fato de viajar também aumenta a possibilidade de ter déjà vus, pela variação de cenários.
Bem, até agora a descoberta de Tonegawa é vista como a explicação do mistério dos déjà vus. Porém muitos cientistas acreditam que ainda é cedo para afirmar uma solução para o caso. O mistério continua.
Até a próxima! ( Hum, acho que já vi isso antes! )
A sensação é estranhíssima né? A gente vê aquela cena, e J-U-R-A que já viu antes. Jura até que consegue prever aquilo. Não sei se isso acontece com vocês, mas sempre que eu tento prever o que vai acontecer, nunca dá certo e a sensação some. Mas, como assim? Eu já vi essa cena antes, ou já sonhei com ela, tenho C-E-R-T-E-Z-A, certo? ERRADO. Você nunca viu aquilo na vida, meu caro. Infelizmente tenho que te dizer isso. Você não sonhou, nem é vidente, ok? Vamos às explicações teóricas que eu andei lendo na revista Super Interessante de Abril deste ano.
Uma corrente defende que os déjà vus ocorrem porque as mentes acessam lembranças na mesma fração de segundo em que elas são gravadas. E isso causa uma ilusão perene: o presente fica parecendo uma memória. Outra tese defende que ter um déjà vu significa acessar memórias nunca antes registradas pela consciência, como por exemplo, coisas que você olhou mas não prestou atenção, aí quando você olha e “vê” tem a sensação de déjà vu.
Porém a mais recente das teorias diz outra coisa. Segundo o geneticista americano Sussumu Tonegawa, o déjà vu ocorre num minúsculo lugar do lobo temporal chamado giro dentado:
“ Imagine que você está num aeroporto. Os guichês, os painéis, as escadas rolantes... Tudo é parecido com o que tem em qualquer aeroporto. Aí se o seu giro dentado der um tilt por um segundo, você perde a capacidade de discernir aquele aeroporto dos outros. Sente que já esteve lá. Tem um déjà vu.” ( Revista Super interessante Abril 2008; pág 79)
Segundo a revista, o déjà vu ocorre com mais freqüência entre pessoas jovens, porque os mais novos tem uma vida menos rotineira. O fato de viajar também aumenta a possibilidade de ter déjà vus, pela variação de cenários.
Bem, até agora a descoberta de Tonegawa é vista como a explicação do mistério dos déjà vus. Porém muitos cientistas acreditam que ainda é cedo para afirmar uma solução para o caso. O mistério continua.
Até a próxima! ( Hum, acho que já vi isso antes! )
sábado, 27 de setembro de 2008
Eu tava lendo sobre o debate de ontem entre os candidatos à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama e John McCain, e percebi que algumas coisas já eram de se esperar.
“Duas pesquisas divulgadas horas depois do primeiro debate presidencial entre o democrata Barack Obama e o republicano John McCain revelam que o democrata saiu vitorioso do confronto[...]”
( Folha Online)
Ora, os pontos que mais seriam abordados - e foram - eram a crise financeira pela qual os EUA estão passando e as possíveis soluções para o problema, e a inacabável guerra no Iraque.
Vejam só, justamente duas coisas que nos remetem a George W.Bush, republicano e companheiro de partido de McCain. Já era de se esperar que o McCain fosse atacado por isso. E também já era de se esperar que Obama saísse “vitorioso” do debate, uma vez que ele representa mudança. E mesmo que McCain tenha insistido em destacar que Obama é inexperiente para o cargo, Obama é, no momento, tudo o que os americanos precisam em tempos de instabilidade. Eu explico. Obama inspira confiança, vontade de mudar, enfim, ele é a “esperança” do povo americano, uma nova chance que o país tem de reeguer-se.
E isso já vem das prévias, pois Hillary Clinton nos remetia a seu marido Bill Clinton, do mesmo modo que John McCain nos remete a Bush. E Obama, a quem remete? A ninguém. Daí o fato de ele inspirar tanta mudança, pois sua imagem não está atrelada a ninguém do passado.
Só me resta dizer uma coisa, coitado do McCain... eu nem sei muita coisa sobre ele, mas já deu pra perceber que ele carrega a cruz que o companheiro Bush deixou. O que não descarta uma possibilidade de vitória, pois segundo meu amigo Willian Melo, ( tive que colocar seus créditos, ok?) as eleições passadas foram a mesma coisa, o povo americano queria paz, estava cansado e bla bla bla, e no fim das contas, surpreendentemente, Bush foi reeleito.
Mas esse foi apenas o primeiro debate, muitas águas vão rolar. Ou não.
Que fique claro que eu não sou nenhuma expert no assunto, posso estar cometendo falhas, mas só tô colocando uma opinião.
Até a próxima.
“Duas pesquisas divulgadas horas depois do primeiro debate presidencial entre o democrata Barack Obama e o republicano John McCain revelam que o democrata saiu vitorioso do confronto[...]”
( Folha Online)
Ora, os pontos que mais seriam abordados - e foram - eram a crise financeira pela qual os EUA estão passando e as possíveis soluções para o problema, e a inacabável guerra no Iraque.
Vejam só, justamente duas coisas que nos remetem a George W.Bush, republicano e companheiro de partido de McCain. Já era de se esperar que o McCain fosse atacado por isso. E também já era de se esperar que Obama saísse “vitorioso” do debate, uma vez que ele representa mudança. E mesmo que McCain tenha insistido em destacar que Obama é inexperiente para o cargo, Obama é, no momento, tudo o que os americanos precisam em tempos de instabilidade. Eu explico. Obama inspira confiança, vontade de mudar, enfim, ele é a “esperança” do povo americano, uma nova chance que o país tem de reeguer-se.
E isso já vem das prévias, pois Hillary Clinton nos remetia a seu marido Bill Clinton, do mesmo modo que John McCain nos remete a Bush. E Obama, a quem remete? A ninguém. Daí o fato de ele inspirar tanta mudança, pois sua imagem não está atrelada a ninguém do passado.
Só me resta dizer uma coisa, coitado do McCain... eu nem sei muita coisa sobre ele, mas já deu pra perceber que ele carrega a cruz que o companheiro Bush deixou. O que não descarta uma possibilidade de vitória, pois segundo meu amigo Willian Melo, ( tive que colocar seus créditos, ok?) as eleições passadas foram a mesma coisa, o povo americano queria paz, estava cansado e bla bla bla, e no fim das contas, surpreendentemente, Bush foi reeleito.
Mas esse foi apenas o primeiro debate, muitas águas vão rolar. Ou não.
Que fique claro que eu não sou nenhuma expert no assunto, posso estar cometendo falhas, mas só tô colocando uma opinião.
Até a próxima.
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